A lição completa
Fevereiro de 2020: as bolsas estavam em máximas históricas. Cinco semanas depois, tinham passado por uma das quedas mais rápidas da história. O gatilho: um vírus.
Com o avanço da covid-19, o S&P 500 caiu cerca de 34% entre 19 de fevereiro e 23 de março de 2020. As bolsas de Jacarta a Madri tiveram quedas tão fortes quanto.
As viagens pararam, e a demanda por petróleo despencou. Em abril de 2020, um contrato de petróleo americano chegou a ser negociado abaixo de zero por um breve período (gráfico).
Os bancos centrais cortaram os juros para perto de zero e retomaram o afrouxamento quantitativo (QE); os governos mandaram dinheiro para famílias e empresas. Foi o maior resgate da história.
As ações americanas renovaram máximas em agosto de 2020, com a pandemia ainda longe do fim. O mercado olha para a frente, não para as manchetes do dia.
- Erro comum
Erro: vender em pânico no fundo do poço. Quem vendeu em março de 2020 tornou o prejuízo definitivo e muitas vezes ficou de fora da recuperação.
- Ponto principal
Crises chegam rápido e batem forte. Um plano, uma reserva de emergência e diversificação vencem o pânico, e recuperações passadas não garantem recuperações futuras.
Teste rápido
- O que aconteceu com a demanda por petróleo em 2020?
- Despencou
- Dobrou
- Ficou estável
- Os bancos centrais reagiram...
- Cortando os juros
- Subindo os juros com força
- Fechando as portas
- Vender em pânico no fundo do poço...
- Torna o prejuízo definitivo
- Garante lucro
- É sempre a decisão mais esperta
- Por que as ações se recuperaram enquanto o vírus ainda se espalhava?
- O mercado já olhava para a retomada
- O vírus foi curado em agosto de 2020
- O lucro das empresas nunca caiu
Palavras desta lição
Geopolítica
- Guerras e o preço do petróleo
- Choques energéticos
- Sanções e mercados
- Eleições e mercados
- Rotas marítimas que mexem com os preços
- Tarifas e guerras comerciais
- Pandemias e mercados