A lição completa
Dívida não é uma vilã. É uma ferramenta. Mas dinheiro emprestado tem preço: os juros.
O cartão de crédito muitas vezes cobra de 20% a 30% ao ano, ou mais, sobre o valor da fatura que fica sem pagar. A 2% ao mês, 1.000 viram cerca de 1.268 em um ano se você não pagar nada.
Os planos de compre agora, pague depois parecem pequenos (“só 4 parcelinhas”), mas as multas por atraso se acumulam, e é fácil acabar fazendo malabarismo com vários planos ao mesmo tempo.
Os atrasos ficam registrados no seu histórico de crédito. Isso pode deixar empréstimos futuros, como um financiamento imobiliário, mais caros ou até impossíveis de conseguir.
Uma dívida para algo que dura e ganha valor, como uma casa que cabe no bolso ou um estudo útil, pode fazer sentido. Dívida para desejos passageiros raramente faz.
- Erro comum
Erro: pagar só o mínimo. A maior parte vai para os juros, e o saldo quase não diminui. Quite primeiro a dívida com os juros mais altos.
- Ponto principal
Pegue empréstimo para coisas que duram, nunca para coisas passageiras, e nunca para operar.
Teste rápido
- Um cartão que cobra 2% ao mês custa...
- Mais de 24% ao ano
- Exatamente 2% ao ano
- Cerca de 12% ao ano
- Pagamentos atrasados costumam...
- Prejudicar o histórico de crédito
- Sumir depois de uma semana
- Render pontos de recompensa
- Qual dívida costuma ser mais sensata?
- Um financiamento imobiliário que cabe no bolso
- Um “pague depois” para um eletrônico novo
- Pegar dinheiro emprestado para operar
- Você deve no cartão a 25% e em um empréstimo a 8%. O que quitar primeiro?
- O cartão, a 25%
- O empréstimo, a 8%
- Nenhum, só pagar o mínimo
Palavras desta lição
Finanças pessoais
- Orçamento: um mapa para o seu salário
- Sua rotina no dia do pagamento
- Sua reserva de emergência
- Poupança e depósitos
- Dívida boa, dívida ruim
- Seguro: sua rede de proteção
- Como vencer a inflação
- Poupar para metas de verdade
- Aposentadoria: comece cedo
- Finanças islâmicas: o básico
- Como identificar um golpe de investimento